A ação proporcionará uma complementação mais diversificada à formação acadêmica e profissional dos estagiários. Essa é a crença da atual gestão dos Centros de Prevenção à Criminalidade (CPCs) do município, no Vale do Aço mineiro, e dos estagiários que vêm participando do projeto. Iniciado em julho de 2012, o intercâmbio abarca estagiários da Ceapa, Fica Vivo!, Mediação de Conflitos e PrEsp.

A fórmula é simples: os estagiários de cada programa são alocados para ações promovidas por outro, como reuniões com rede parceira, fóruns, seminários, etc. Nesse movimento, eles passam a conhecer de perto as especificidades do trabalho dos outros programas, como as diferenças de público-alvo, processos de ação e metodologia.

Brenda Campos, estagiária do Ceapa que participou do intercâmbio em julho avalia a experiência como positiva e acredita que ela permite ao estagiário um contato geral e interdisciplinar com a Política de Prevenção. Além disso, Brenda destaca que o projeto representa uma valorização dessa parte da equipe, que, mesmo sem a responsabilidade de um técnico social, contribui diariamente para a construção dos programas. “Inclusive, o estagiário pode vir a ser um técnico ou atéum gestor social de CPC. Mas, independente de uma ocupação futura na Política, é importante reforçar o caráter de apoiador e disseminador dos valores e objetivos da prevenção à criminalidade", ressalta.

Além de uma aproximação entre os programas, o Intercâmbio de Estagiários permite também o encontro das diferentes formações que compõe o quadro da Política de Prevenção: Direito, Serviço Social, Psicologia, Ciências Sociais, etc.


“O projeto suscita uma reflexão sobre a atuação profissional e despertou em mim um olhar mais amplo sobre o funcionamento da Política. Algo que será de grande valor em qualquer área de atuação onde eu venha atuar", pondera Márcio Venâncio, estagiário do PrEsp.

Estagiária também do PrEsp, Amanda Carolina conta que a participação no intercâmbio favoreceu um conhecimento além do esperado, principalmente com a oportunidade de observar uma simulação da técnica de mediação. “A oportunidade de estar presente em um estudo de caso do programa foi de grande aprendizado para compreender a especificidade do "olhar" de cada profissional nas intervenções almejadas para cada caso”, afirma.

Após essa primeira rodada de trocas entre as equipes, a intenção é estender o Intercâmbio de Estagiários como ação contínua dos CPCs de Ipatinga.

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